Não temam, pois não sou o que pareço e nem o que dizem. Toda a verdade em "SOBRE MIM". Este não é um blog de putaria, mas de reflexão, iconoclastia e libertação. É meu portal de comunicação inter-dimensional com vocês, mortais. Mesmo sem pacientes ou interlocutores, me divirto aqui, enquanto escrevo e observo a deliciosa incoerência humana. Podem entrar, deitar no divã, relaxar e até gozar, se souberem como. Bula completa em "Sobre o BLOG". Siga-nos e ganhe uma deslavagem cerebral grátis!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Sobre a "igualdade" de gênero

A nossa doutrinação ideológica (marxista cultural) já conseguiu fazer com que muitas ideias absurdas e totalmente fora da realidade adquiram status de verdade irrefutável. Em todos os campos. Mas, o assunto no qual tais dogmas são mais frágeis é o da ideologia de gênero porque, neste ponto, tudo vai muito claramente contra a Biologia, contra a Ciência (que tem gente que já diz que é "machista"), contra toda a Lógica, o bom senso e fatos facilmente observáveis. O braço do marxismo responsável pela promoção de tais ideias, como bem sabemos, é o feminismo, que usa de uma rede de histeria e agressividade militante bem articulada para cooptar incautos, pressionar governos  e empresas, além de censurar qualquer um que ouse discutir suas teorias tresloucadas e táticas de reengenharia social.

E aqui vai o mais irônico: o feminismo, que se diz "defensor das mulheres" é o movimento que mais destruiu a vida delas. Me refiro ao feminismo "moderno", é claro. Porque, o "antigo", apesar de já conter em si a semente maligna do marxismo, tinha pautas mais respeitáveis. Igualdade de gênero perante a lei, obviamente, é algo positivo e que todos apoiamos. Mas paramos por aí, simplesmente porque os gêneros não são iguais! Em afirmar que são, o feminismo moderno chega a ser criminoso. Vamos então, passar rapidamente por alguns dos aspectos que mostram como o feminismo vem destruindo as vidas de muitas mulheres:

- vida familiar: embora as mulheres ainda tenham a opção de ser donas de casa ou trabalhadoras (ou ambos), aquelas que optam pela opção tradicional são estigmatizadas, criticadas e humilhadas, como se tivessem um valor menor. As próprias mulheres (feministas) humilham e diminuem outras mulheres. Da mesma forma como elas fazem quando as mulheres se vestem ou usam seus corpos de modos que o feminismo não aprova. Mas insistem que as mulheres devem ser livres para escolher (dentro dos limites do feminismo, é claro).

- vida sexual: apesar de pregar a liberdade sexual, o feminismo moderno também considera que a heterossexualidade é "opressiva" para as mulheres, e promove o lesbianismo como solução para essa ideia maluca. Nada contra o lesbianismo natural, mas este - forçado e ideológico - arruinou a sexualidade de muitas mulheres, sem falar na quase obrigatoriedade da promiscuidade, que as feministas acham que é "manifestação de liberdade". Pura insanidade e fascismo causando traumas e problemas sexuais dos mais diversos, que acabam fazendo as mulheres se sentirem desvalorizadas e vazias. Por fim, o feminismo politizou por completo a sexualidade contemporânea. Nada pior do que isso para a saúde sexual das pessoas.

- segurança: além de fazer questão de apoiar e festejar a chegada na Europa de milhões de imigrantes cuja cultura aceita e pratica o estupro de mulheres, as feministas também pregam que todo homem (BRANCO APENAS) é um estuprador e que o estado deve intervir para "re-educar" todos eles (menos os imigrantes muçulmanos). Isso já seria absurdo e incoerência o suficiente, mas tem mais: como sabemos, todos os seres humanos correm risco de sofrer qualquer tipo de violência, e por isso, devem se prevenir, mas o feminismo diz que sugerir que as mulheres também se previnam é "machismo" e que devemos é eliminar qualquer risco à segurança dela - algo impossível, pois sempre haverá riscos tanto para homens quanto para mulheres! Se precaver é dever de todos! Quanta infantilidade histérica!

- competitividade: além de colocar homens e mulheres como adversários no ambiente de trabalho, o feminismo criou o mito de que as mulheres (em total igualdade de condições, posição, carga horária e função com seus colegas homens) ganham menos do que eles. Se fosse assim, quem contrataria homens? Fora do ambiente de trabalho, inclusive em situações mais fúteis, as mulheres agora perderam terreno para homens "trans". Um exemplo: já presenciei um concurso de fantasias onde um rapaz venceu na categoria masculina (óbvio) e um outro rapaz "trans" venceu na categoria feminina. Ou seja, mulheres agora ficam privadas de vencer até concursos de fantasia! Isso porque, na maioria das vezes, os jurados se sentem obrigados a votar no "trans" para "provar" que não são "preconceituosos". O mais humilhante, é que as próprias candidatas derrotadas sentem a mesma obrigação! E quem criou toda essa situação? O feminismo!

- biologia: ao criar o mito ridículo que diz que homens e mulheres são totalmente iguais (gênero seria uma mera "construção social"), muitas situações surreais passaram a existir. Exemplos: testes de aptidão física, onde, apesar da "total igualdade", as mulheres não levantam os mesmos pesos e nem fazem o mesmo número de flexões do que os homens. Como não, se são "iguais"? No exército americano, as mulheres acabam desistindo do treinamento, mesmo facilitado (o que já compromete a qualidade das tropas). Outra grande canalhice é dizer que a sexualidade é a mesma para homens e mulheres, quando sabemos que é totalmente diferente! Nossa sociedade tinha desenvolvido rituais para lidar com tais diferenças, que o feminismo "desconstruiu", sem deixar nada no lugar e totalmente ignorando a realidade biológica das pessoas! Isso atrapalha todo mundo mas, como sempre, o prejuízo maior é sempre das mulheres, e criado por elas mesmas! Homens têm uma sexualidade muito mais ativa do que as mulheres e evoluíram de modo a integrar tal sexualidade de forma ativa dentro dos padrões culturais, enquanto que as mulheres, fizeram o mesmo do lado delas, apenas de modo diferente e complementar. Mas agora, estão todos perdidos nessa ilusão de igualdade irreal, absurda, impossível e delirante.

Teríamos muito mais disparates para citar e comentar (e com muito mais profundidade) se este post fosse um livro, mas paramos por aqui, com uma singela reflexão: as mulheres "empoderadas" de hoje são realmente mais felizes e realizadas do que suas avós? Pelo menos a minha humilde experiência e observações pessoais na vida real me dizem que não. Já não aguento mais ver mulher perdida, desiludida, usada, largada, não-amada, depreciada, cansada e revoltada por aí. Feminismo é veneno, é suicídio cultural, e apenas parte do câncer marxista, que vem destruindo culturas, nações e indivíduos em todo o ocidente.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Mulheres, casamento e filhos: porque os homens nunca vencem

Curto, grosso e politicamente incorreto: mulheres precisam ter filhos. Por dois motivos: instinto e ocupação. É inegável o instinto maternal, que deixa sempre aquele vazio nas mulheres sem filhos (mesmo as que trabalham, têm carreira e vida social). Ficam entediadas, enjoadas, instáveis, sempre procurando problemas, dramas e paranóias no relacionamento e na vida.

Quer dizer então que basta emprenhá-las? Não. Calma aí! Aí é que está a grande injustiça desse jogo de cartas marcadas, e a chave para compreender e escapar de muitos desastres: enquanto a mulher sem filhos sente esse vazio, esse tédio e a necessidade de criar paranóias e probleminhas, a mulher com filhos se sente exausta, explorada, abusada, revoltada, reclama e exige muito do otário que ela tem ao lado, sem dar nada em troca. Ou seja, não adianta emprenhar.

Eu pessoalmente ainda prefiro não ter filhos pelas seguintes razões: a frigidez da "mulher entediada" sem filhos ainda é menos grave e mais contornável do que a frigidez da "mãe exausta". Além disso, fica muito mais fácil sair fora da chata entediada sem filhos do que da louca exausta com filhos, pois você fica preso a ela de alguma forma para sempre. Se você for pobre, não poderá se dar ao luxo de se separar e pagar pensão. E mesmo que o faça, ainda sobra muita dor de cabeça.

No fim das contas, é isso. O homem nunca vence, a não ser que ele seja rico e livre - única situação que permite e ele transar gostoso com regularidade e sem aturar escrotice. Mas, para quem não tem essa felicidade, um pouco de cautela e inteligência podem ajudar bastante a fazer com que as coisas não sejam tão horríveis quanto poderiam ser.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A dinânica de trocas num relacionamento saudável

A gente sabe que romantismo é coisa de idiota, o que não significa que não possa ou deva haver sentimentos verdadeiros num relacionamento - deve haver, apenas sem a besteirada romântica, é claro. E, com sentimentos verdadeiros, é sempre melhor. Entretanto, para que tais sentimentos existam, é necessária uma dinâmica de trocas eficiente. Sim, relacionamentos são negócios, parcerias para o bem mútuo das partes. O romantismo impede que as pessoas enxerguem isso (por parecer algo "frio", não-romântico) e, por conseguinte, não entendam tal dinâmica e acabam por perdê-la, o que leva ao fim dos relacionamentos e a maus sentimentos.

A dinâmica se tornou complexa nas últimas décadas porque, antes, as pessoas saíam da casa da mamãe direto para o casamento, sem nunca terem experimentado total liberdade e independência - coisas que não são fáceis mas são muito boas! Hoje, ao contrário, todo mundo que não é muito limitado já conhece real liberdade e independência antes de "casar". E, ao casar, precisam abrir mão (especialmente da liberdade) em troca de companhia. E essa perda de liberdade é em todos os sentidos: sexual, de espaço, de tempo, de privacidade, etc. Mas ainda vale a pena, quando todos estão contentes com o que recebem nessas trocas. E aí começam os problemas, porque muita gente não recebe ou deixa de receber o que espera. Outros simplesmente não entendem o sistema ou não conseguem entender ou entregar o que se espera deles. Ai nascem os conflitos, os divórcios, decepções, brigas, etc.

E o que as pessoas querem? Mulheres podem querer muita coisa. Desde dinheiro e coisas meramente materiais até status social, poder, ilusão de estabilidade eterna, segurança, maternidade com apoio de um marido, etc. Podem também querer apenas companhia, amor ou mesmo sexo (último da lista para muitas). Os homens querem menos coisas, ou coisas mais simples. Basicamente, querem uma companheira sincera que realmente queira estar com eles. Claro que existe muito cara fútil que quer uma princesa, ou uma mulher "capa de revista" para mostrar aos amigos ou se auto-afirmar socialmente. A gente sabe que tem muito disso. Mas o cara inteligente quer uma companheira para partilhar seu dia-a-dia, interesses, ter com quem trocar ideias e ser sexualmente feliz. Mas, infelizmente, é nesse ponto que muitos se decepcionam. Como já citei, o desejo feminino é muito frágil e influenciável por fatores que não tem nada a ver com sexo. Qualquer coisa (inclusive o tempo) pode desligar o desejo delas - ao contrário dos homens, que não "misturam as coisas" e precisam de sexo para serem felizes. Se não o recebem, precisam ir procurar em outro lugar ou viver uma existência patética e humilhante.

Por isso é muito importante que as pessoas cultivem e até cultuem sua sexualidade, que é a coisa mais bela e poderosa que elas têm - especialmente num relacionamento! Sexo é o principal meio e bem de troca num relacionamento entre homem e mulher (e outros casos também, desde que "romântico", erótico ou afetivo). Quem desconhece ou não dá importância a este detalhe está fadado ao fracasso. Obviamente, tem gente que não se importa em viver uma vida assexuada, num relacionamento insosso, especialmente se certas necessidades econômicas e/ou sociais estiverem garantidas. Mas essa gente não sabe o que é viver. Agora vocês já sabem. Viva o troca-troca, e não sejam sovinas com essas coisas que vocês têm e foram feitas para dar! Guardar não adianta. A terra vai comer, e de um jeito deprimente, com vermes e tudo mais. Vivam enquanto há vida!


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Dignidade, rapazes

Todo mundo sabe, ou deveria saber que, para homens hetero e saudáveis, nada nessa vida é mais importante, ou mais urgente do que sexo, mulheres. É nossa maior missão biológica, prazer, paixão ou mesmo fixação. Chega a parecer doença. E, por ser algo tão dominador, quem não é homem hetero e saudável não imagina o quanto dói ter que esnobar mulheres. Mas isso (às vezes) é algo fundamental, por dois motivos: primeiro porque, sem dignidade, o indivíduo desmorona, e deixa de ser homem; segundo, porque, com dignidade, o sexo é melhor, a gente ganha poder e goza muito mais gostoso. Tanto nós quanto elas.

Do contrário, quando o cara está sempre disponível, subserviente como um canino, ele perde todo seu valor, passa a ser um escravo, explorado, manipulado, humilhado e ainda assim deixado na mão. Todos já passaram por isso alguma vez (os que se prezam e aprendem) outros vivem assim. Como a gente vê, cada vez mais, exemplos disso no nosso convívio, não? São os "escravocetas", "manginas", "feministos", caras da "Friendzone". Enfim, perdedores. Não são homens. Os nomes deles nas agendas delas às vezes são substituídos por "táxi", ou "rango grátis". Sim, a humilhação pode chegar a esse ponto!

Mas é muito difícil mesmo "retornar o cu doce", e "desempoderá-las", porque nós sempre nos agarramos às mínimas chances de rolar alguma coisa - não queremos perder nada. Mas essa é a receita para perder muito. Como agir então? Saber (e não fazer) é parte fácil: basta ter bom senso, auto-estima, calma, estar sempre aberto mas não necessariamente disponível, nunca pagar pau e nem coisas que custam dinheiro, e dar a elas a "igualdade" que tanto cobram hoje em dia. Daí, o que você conquistar vai sempre ser bom - ou quase sempre. É aquela coisa "gourmet" de comer menos mas comer muito mais gostoso, saca? E você não necessariamente vai comer menos, porque a gente sabe que a mulhereada em geral quer mesmo é um trouxa. Muitos sinais não se traduzem em nenhum acontecimento, quando você paga prá ver. Tem muito joguinho, muito blefe. Claro, óbvio que a gente perde algumas oportunidades, mas sempre menos do que a gente fica imaginando. E como a gente fica imaginando!

Eu não tenho muitas chances de fazer isso, porque conheço pouca mulher disponível e que me agrade, mas me lembro bem da última vez. Me senti tão bem! A garota gostosa, nova na minha cidade, toda aberta a novos contatos chega, dá aquela esfregada inicial, aquela esquentada, e depois some de repente, ao conhecer pessoas mais "bacaninhas". Sem dar sinal de vida por mais de um mês, um dia ela aparece me convidando "prá tomar todas" (e eu sabia a razão: ela tinha sido chutada por um namoradinho patético hahaha). A emoção foi grande, pois uma gostosa estava me chamando prá tomar todas, algo muuuuito sugestivo e promissor! Minha resposta: "Não vai dar. Hoje eu tenho karatê". Total descaso hahaha! Aquilo me doeu, mas o prazer foi muito maior, porque foi a coisa certa a fazer. Uma lição para ela e total dignidade para mim. Poderia ter comido? Claro, mas também poderia não ter comido e ter bancado o imbecil. Por fim, ela ainda poderia ter insistido mais uma vez, caso não tivesse se mudado logo depois - daí eu comeria, mas isso jamais saberei. E depois daquilo eu comi outras mulheres e continuo comendo, e sem me humilhar. Se perdi, foi pouco. Ou seja, a dignidade sempre vai valer a pena, por mais que a gente fique imaginando hehehe...


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Halloween "sexista"

Com o Halloween agora vem aquela mesma babaquice de sempre sobre fantasias serem "sexistas" (especialmente na América do Norte). Parece que o "patriarcado" malvadão está obrigando as moças a usar fantasias pequenas e sexy, enquanto os homens malvados podem usar fantasias grandes, cômicas e não-sexy.

Como de costume, as feministas subestimando a inteligência e a escolha das outras mulheres. Afinal, elas também podem usar fantasias grandes, cômicas e não-sexy. A questão é: elas querem? Da mesma forma, eu sou homem e prefiro usar fantasias sexy (de homem). Todos podemos escolher o que usar, independentemente de gênero! Mas é fato que a grande maioria das moças preferem usar fantasias sexy (porque elas querem ser sexy) e a maioria dos caras prefere fantasias não-sexy (porque eles não são sexy ou se sentem inseguros sendo). Além disso, muitos caras também gostam de se "auto-zoar" e ser ridículos, ao contrário da maioria das mulheres.

Nunca ocorreu às feministas que algumas mulheres (especialmente as jovens) querem ser atraentes e sedutoras. Isso é algum problema por acaso?